quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

São Brás

3 de fevereiro de 2011

São Brás nasceu de uma família nore e recebeu educação cristã. Vivendo entre o final do século III e início do século IV, foi uma das últimas vítimas das persiguições romanas. Foi nomeado bispo de Sebaste, na Turquia, quando era ainda muito jovem. Seu culto bastante popular deve-e à bênção da garganta em lembrança de um milagre qua a tradição lhe atribui, por ter salvo uma criança sufocada por ter engolido uma espinha de peixe. Diz-se também que, quando estava na prisão, ganhou velas para iluminar a escuridão. Morreu decapitado. Que por sua intercessão sejamos protegidos por Deus dos perigos nesta vida.

Abaixo fotos das celebrações: 7h30m presidida por Monsenhor Valdir e 19h por Pe. Ricardo.
















quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

APRESENTAÇÃO DO SENHOR


2 de fevereiro de 2011
A festa daApresentação do Senhor encerra as celebrações natalinas, e, com a oferta da Virgem Maria e a profecia de Simeão no templo de Jesusalém, abre-se o caminho da paixão de Cristo rumo à Pascoa. Maria começa seu caminho de dor, presente na profecia de Simeão: "Uma espada traspassa-te-á a alma". A Páscoa de Cristo é a grande luz que iluminará nossa humanidade, e traz o pleno sentido de nossa existencia, pois fomos feitos para o infinito. Quem só aprendeu aolhar a terrra, também precida ser iluminado pela luz que vem do céu, e descobrir o infinito amor de Deus. Deixe a luz do céu entrar para ficar em sua vida!

Abaixo, fotos da celebração das 7h30m presidida pelo Monsenhor Valdir e das 19 horas, presidida por Pe. Ricardo.



domingo, 30 de janeiro de 2011

Subsídio para Jornadas Diocesanas da Juventude

Setor Juventude lança subsídio para a realização das Jornadas Diocesanas da Juventude em todo o Brasil

Fruto do trabalho de jovens representantes das várias expressões eclesiais da juventude de todo o Brasil, o subsídio Jornada Diocesana da Juventude 2011 - “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (cf. Cl 2,7) tem como objetivo criar uma caminhada de formação e preparação para um novo tempo de evangelização da juventude brasileira.

Esse será o primeiro texto de uma coleção produzida para ajudar os jovens a caminhar em unidade pastoral, temática e celebrativa com a Igreja que, em diferente partes do mundo, vivencia a diversidade na celebração da unidade pelas Jornadas Diocesanas da Juventude (JDJ).

O subsidio, que será lançado pelas Edições CNBB, foi elaborado sob a coordenação de dom Eduardo Pinheiro e de padre Carlos Sávio Ribeiro, respectivamente bispo referencial e assessor nacional do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A assessoria aos jovens foi feita pelo estudioso das Jornadas Mundiais da Juventude, Erofilho Cardozo, e pela assessora do Setor Universidades da CNBB, irmã Maria Eugênia Lloris.

O material de 2011 visa ajudar os jovens a se prepararem para a celebração da JDJ e tem como subtítulo o tema da Jornada Mundial da Juventude, que acontece em Madri, na Espanha, no mês de agosto. O texto dá dicas e sugestões para essa preparação, abrindo espaço para a criatividade e a adaptação às realidades dos jovens. O documento propõe a realização de três encontros: um enfocando o relação pessoal com Jesus Cristo, outro dedicado à vivência do jovem na Igreja e outro voltado à atuação do jovem cristão na sociedade.

São apresentadas sugestões práticas para que a juventude possa conhecer a profundidade das mensagens bíblicas e experimentar a riqueza da espiritualidade celebrada nas jornadas e testemunhar o amor de Cristo no mundo hoje.

O subsídio Jornada Diocesana da Juventude 2011 pode ser adquirido direto no site das Edições CNBB, pelo telefone (61) 2193-3019 e pelo e-mail vendas@edicoescnbb.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Missa de Envio - Novos Seminaristas

Novos Seminaristas da nossa Paróquia


No dia 24 de janeiro, às 20h, na Igreja Matriz Histórica de Nossa Senhora da Assunção de Cabo Frio foi celebrada a Santa Missa de Envio dos vocacionados Adriano José Ferreira da Silva e Patrick B. Azeredo, presidida pelo nosso Pároco Monsenhor Valdir Mesquita e concelebrada pelo nosso Vigário Paroquial Pe. Ricardo Mota.
A celebração contou com a presença de familiares, amigos e membros da comunidade que, emocionados, testemunharam a consagração e o envio dos jovens que tanto se dedicaram ao serviço na nossa comunidade.
Em seu discurso o vocacionado Patrick agradeceu a todos que os ajudaram e partilhou um pouco do que é a vida de um vocacionado.
“ ... Aqui, diante do trono da Rainha do Céu e da minha Vocação, mais uma vez vivo um momento importante na minha vida! O envio não é uma despedida, é uma certeza do auxílio do céu sobre aqueles que não têm mérito algum sobre a vida que passam a ter. O passado fica aqui, morre como um grão de trigo neste Altar, e daqui em diante os meus olhos só avistarão o céu, a eternidade, a qual deverei anunciar sem medo algum. Que Deus me dê forças! Que a Virgem Maria e toda a corte celeste me acompanhem hoje e sempre. Amém.”
Os vocacionados Adriano e Patrick estão indo para a Congregação Divino Mestre, em Brasília, onde ao lado de D. João Terra irão escrever a história de um instituto novo e promissor.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

HORÁRIO DAS MISSAS


IGREJA MATRIZ AUXILIAR

SÁBADO 16h - Missa para as Crianças (Março a Novembro)
SÁBADO 20h - Missa para os Jovens
DOMINGO 8h30m - Santa Missa
DOMINGO 18h - Santa Missa
DOMINGO 20h - Santa Missa


IGREJA MATRIZ HISTÓRICA

SEGUNDA-FEIRA 7h30m
TERÇA-FEIRA 7h30m e 19h
QUARTA-FEIRA 7h30m e 19h
QUINTA-FEIRA 7h30m e 19h
SEXTA-FEIRA 7h30m e 19h


Segunda 2ª feira do mês – Missa Votiva do Espírito Santo – 19h30m na igreja matriz histórica

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Dia Mundial das Comunicações


Dia Mundial das Comunicações Sociais 2010


"O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos meios a serviço da Palavra" é o tema escolhido por Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2010.
A Mensagem para o 44º Dia Mundial das Comunicações Sociais se dirige especialmente aos sacerdotes, neste Ano Sacerdotal e após a celebração da 12ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos.
O pontífice os convida a "considerar os novos meios como um poderoso recurso para seu ministério a serviço da Palavra e quer dirigir uma palavra de alento para enfrentar os desafios derivados da nova cultura digital".
Assim indica um comunicado do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais que anuncia o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais, divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé hoje, festa dos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.
"Se os novos meios forem conhecidos e avaliados adequadamente, podem oferecer aos sacerdotes e a todos os agentes de pastoral uma riqueza de dados e conteúdos que antes eram de difícil acesso, e facilitam formas de colaboração e de crescimento de comunhão impensáveis no passado", explica o Conselho Pontifício.
O comunicado destaca que, "graças aos novos meios, os que pregam e dão a conhecer o Verbo da vida podem chegar, com palavras, sons e imagens - verdadeira e expressiva gramática da cultura digital - a indivíduos e a comunidades inteiras de todos os continentes".
Isso permite "criar novos espaços de conhecimento e de diálogo e chegar a propor e realizar itinerários de comunhão".
"Se forem usados sabiamente, com a ajuda de especialistas em tecnologia e cultura da comunicação, os novos meios podem converter-se, para os sacerdotes e para todos os agentes de pastoral, em um válido e eficaz instrumento de verdadeira e profunda evangelização e comunhão", indica.
E deseja: "Serão uma nova forma de evangelização, para que Cristo chegue e, diante das portas das nossas casas, diga novamente: ‘Vede que estou à porta e chamo; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, comerei com ele e ele comigo'".
O comunicado também recorda que "a principal responsabilidade do sacerdote é anunciar a Palavra de Deus feita carne, homem, história, convertendo-se, assim, em sinal dessa comunhão que Deus realiza com o homem".
A eficácia deste ministério requer, portanto, que o sacerdote viva uma relação íntima com Deus, radicada em um amor profundo e em um conhecimento vivo das Sagradas Escrituras, "testemunho" escrito da Palavra divina.
Em 2009, o Dia Mundial das Comunicações Sociais foi dedicado ao tema "Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade".
Em sua mensagem para aquela ocasião, o Papa convidava "todos os que empregam as novas tecnologias da comunicação, em especial os jovens, a utilizá-las de uma maneira positiva e a compreender o grande potencial desses meios para construir laços de amizade e solidariedade que possam contribuir para um mundo melhor".
O Dia Mundial das Comunicações Sociais é a única celebração mundial convocada pelo Concílio Vaticano II e é realizado em quase todos os países do mundo no domingo precedente a Pentescostes.


MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 44º DIA MUNDIAL
DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
«O sacerdote e a pastoral no mundo digital:
os novos meios ao serviço da Palavra»

Queridos irmãos e irmãs!
O tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais – «O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra» – insere-se perfeitamente no trajecto do Ano Sacerdotal e traz à ribalta a reflexão sobre um âmbito vasto e delicado da pastoral como é o da comunicação e do mundo digital, que oferece ao sacerdote novas possibilidades para exercer o seu serviço à Palavra e da Palavra. Os meios modernos de comunicação fazem parte, desde há muito tempo, dos instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se exprimem, entrando em contacto com o seu próprio território e estabelecendo, muito frequentemente, formas de diálogo mais abrangentes, mas a sua recente e incisiva difusão e a sua notável influência tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal.
A tarefa primária do sacerdote é anunciar Cristo, Palavra de Deus encarnada, e comunicar a multiforme graça divina portadora de salvação mediante os sacramentos. Convocada pela Palavra, a Igreja coloca-se como sinal e instrumento da comunhão que Deus realiza com o homem e que todo o sacerdote é chamado a edificar n’Ele e com Ele. Aqui reside a altíssima dignidade e beleza da missão sacerdotal, na qual se concretiza de modo privilegiado aquilo que afirma o apóstolo Paulo: «Na verdade, a Escritura diz: “Todo aquele que acreditar no Senhor não será confundido”. […] Portanto, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mas como hão-de invocar Aquele em quem não acreditam? E como hão-de acreditar n’Aquele de quem não ouviram falar? E como hão-de ouvir falar, se não houver quem lhes pregue? E como hão-de pregar, se não forem enviados?» (Rm 10,11.13-15).

domingo, 23 de maio de 2010

Mordomos do Espírito Santo



FESTA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO


A festa do Divino, como hoje é realizada em nossa Paróquia, teve origem em Portugal, ainda na época da Monarquia. O rei não podendo ir todas às vezes visitar as Ilhas da madeira, Cabo Verde, etc. durante as festas, enviava o Imperador da Coroa, que ia em seu lugar, levando a Coroa para representá-lo.
Nessas ocasiões, que eram de muitas festas, essas colônias portuguesas recebiam o Imperador da Coroa ornamentadas com bandeiras e fitas espalhadas nas comunidades.
Desse fato, a tradição da Igreja aproveitou para transformar a Coroa em Coroa do Cristo Rei, encimada pela Pomba, símbolo do Espírito Santo. As bandeiras e fitas espalhadas nas comunidades passaram então, a serem símbolo do Espírito Santo também.
É importante salientar que as bandeiras passaram a ter também, a Pomba como símbolo do Espírito Santo, no alto de seus mastros e a cor vermelha, lembrando o fogo, a forma como o Espírito Santo se apresentou aos apóstolos, reunidos com Maria no Cenáculo no dia de Pentecostes. A outra forma como ele se apresentou foi como Pomba no Batismo de Jesus por João Batista, mas Ele se apresenta de muitas outras formas, o importante, entretanto, é lembrarmos sua presença constante entre nós, e por isso pintarmos a figura da Pomba nas bandeiras.
As fitas de diferentes cores que faziam parte da ornamentação passaram então a representar os diversos dons do Espírito Santo e foram colocadas nos mastros das bandeiras.
É necessário ressaltar que a Coroa, as bandeiras e as Fitas são símbolos do Espírito Santo, e não o próprio Espírito Santo. São diferentes, portanto, da Hóstia Consagrada, que é o próprio Corpo de Cristo.
A Bandeira é como se fosse a Bandeira do Brasil, não é o Brasil, mas representa o Brasil, da mesma forma esta Bandeira Vermelha não é o Espírito Santo, mas O representa.
À Hóstia Consagrada nós devemos adorar, mas aos símbolos do Espírito Santo devemos ter veneração e respeito, como a nossa Bandeira Brasileira.
Atualmente em nossa Paróquia a tradição permanece existindo. As bandeiras visitam não só o centro da cidade, mas também as casas das comunidades, dos bairros mais afastados, levadas pelos casais de mordomos. Anualmente, no domingo de Pentecostes é sorteado pelo pároco o Imperador da Coroa, entre os mordomos. O Imperador novo deixa então de ser mordomo, e o antigo Imperador não faz mais parte do grupo. Um novo mordomo é então indicado para mordomo com a provação do pároco, para completar o grupo
Essa tradição da Festa do Divino foi trazida pelos imigrantes portugueses inclusive para Cabo Frio.

PENTECOSTES



A ressurreição de Cristo foi princípio de renovação, de vida nova, para todos os homens e as coisas: uma primavera espiritual.
Os cinqüenta dias do Tempo Pascal – da Páscoa a Pentecostes – são marcados pela alegria profunda dos nossos corações, que é fé na ressurreição do Salvador e fidelidade renovada ao nosso batismo, no qual somos co-ressuscitados com Cristo; o canto do Aleluia, que ressoa repetidamente na liturgia, manifesta o júbilo deste período.
Com o Domingo de Páscoa “Ressurreição do Senhor” tem início o Tempo Pascal, que se prolonga por cinqüenta dias até o Domingo de Pentecostes. No quadragésimo dia depois da Páscoa se celebra a Ascensão do Senhor.
Pentecostes, do grego, pentekosté, é o qüinquagésimo dia após a Páscoa. Comemora-se o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos. Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua missão.
A origem do Pentecostes vem do Antigo Testamento, uma celebração da colheita (Êxodo 23, 14), dia de alegria e ação de graças, portanto, uma festa agrária. Nesta, o povo oferecia a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido. Mais tarde, tornou-se também a festa da renovação da Aliança do Sinai (Ex 19, 1-16). No Novo Testamento, Pentecostes está relatado no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 1-13. Como era costume, os discípulos, juntamente com Maria, mãe de Jesus, estavam reunidos para a celebração do Pentecostes judaico. De acordo com o relato, durante a celebração, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso". "Línguas de fogo" pousaram sobre os apóstolos e todos ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.

Podemos notar a importância de Pentecostes nas palavras do Patriarca Atenágoras (1948-1972): "Sem o Espírito Santo, Deus está distante, o Cristo permanece no passado, o evangelho uma letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade um poder, a missão uma propaganda, o culto um arcaísmo, e a ação moral uma ação de escravos". O Espírito traz presente o Ressuscitado à sua Igreja e lhe garante a vida e a eficácia da missão.
Pentecostes é a celebração da efusão do Espírito Santo. Os sinais externos, descritos no Livro dos Atos dos Apóstolos, são uma confirmação da descida do Espírito: ruídos vindos do céu, vento forte e chamas de fogo. Para os cristãos, o Pentecostes marca o nascimento da Igreja e sua vocação para a missão universal.

A solenidade de Pentecostes tem, como na Páscoa, duas Missas: a primeira “na vigília”, na tarde precedente (sábado); a segunda “no dia” de Pentecostes, que tem um só esquema de leituras, cantando a seqüência própria após a segunda leitura. A Vigília de Pentecostes é a preparação para a vinda do Espírito Santo, que comunica seus dons à Igreja nascente.

Pentecostes é, portanto, a coroação da Páscoa de Cristo. Nele, acontece a plenificação da Páscoa, pois a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.

O Espírito Santo realiza a plenitude da Páscoa de Cristo por meio da Igreja. Impelidos pela força de Jesus ressuscitado e pela fé, os Apóstolos partem para sua missão no mundo.